• Anna Carolina

Cole Beasley rebate críticas sobre sua campanha anti-vacina

A saga infeliz de Cole Beasley contra a vacinação da Covid-19 continua. O wide receiver do Buffalo Bills vem publicando tweets criticando os protocolos de saúde e segurança da NFL e da Associação de Jogadores, a NFLPA, para a temporada de 2021.



Desta vez, o alvo de Beasley foi o membro do Hall da Fama e ídolo do Dallas Cowboys, Michael Irwin. O ex-jogador foi notícia no último fim de semana, quando em entrevista para a ESPN americana, criticou seu antigo time acerca da lentidão nos índices de vacinados.

“Se você não é um desses times com boa porcentagem de vacinados, você está realmente pensando em vencer um título?”, questionou o ex-wide receiver.

A declaração de Irwin faz referência ao dado reportado pelo jornalista Tom Pelissero, da NFL Network. Segundo ele, 13 times já atingiram mais de 85% de jogadores vacinados, com apenas dois com porcentagem abaixo de 50%. Porém, uma matéria da Associated Press na quinta-feira (15/07) relatou que quatro franquias ainda não atingiram a metade de jogadores vacinados: Colts, Chargers, Cardinals e Washington.


Beasley, no entanto, não gostou da declaração e foi para o Twitter reclamar:


Reprodução: Twitter.

Vale lembrar que, para os times que atingirem mais de 85% na taxa de vacinação, os protocolos de segurança contra a Covid-19 podem ser menos rígidos, porém os jogadores que permanecem não-vacinados terão que trabalhar sob as regras iguais as da última temporada. Eles não terão permissão para deixar o hotel da equipe ou fazer refeições com companheiros de time. Também serão obrigados a usar máscaras e manter o distanciamento social.


Para Beasley, a situação pode ainda piorar por outro motivo: seus dias em Buffalo podem estar contados. Segundo artigo do jornalista Jay Skurski, do Buffalo News, as chances do jogador de ser cortado nos training camps são baixas, porém não devem ser descartadas. Além disso, os Bills trouxeram o veterano Emmanuel Sanders (ex-Saints) na free agency, para atuar no lado oposto de Stefon Diggs. Com isso, a presença de Beasley se torna menos importante, e seu possível corte pode liberar mais de $5 milhões na folha salarial do time – algo que viria de ótimo grado para Buffalo, que ainda deve lidar com a extensão de contrato de Josh Allen.

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